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Gestão de Frigoríficos ·

Transporte de gado vivo: parceria logística que impacta rendimento e bem-estar

A viagem entre fazenda e frigorífico define, em parte, a qualidade da chegada. Transportadora escolhida por preço baixo frequentemente custa mais em rendimento perdido.

Contratar transporte de gado é uma das decisões operacionais que mais confundem comprador experiente: o transportador mais barato raramente é o mais barato. O preço do frete é visível; os efeitos do transporte inadequado — perda de peso vivo, animal contundido, estresse com impacto em qualidade — são invisíveis no boleto, mas reais na planta.

Estudos setoriais estimam que transporte mal feito pode representar perdas na casa de 2 a 5% de rendimento final, sem contar não-conformidades de abate. Essa perda não aparece como linha no contrato de frete; aparece diluída em produção, e a conta nunca volta ao fornecedor de transporte.

Medir chegada, não só partida

Operação madura trata transportadora como fornecedor cujo desempenho se acompanha com indicador: tempo de viagem real, percentual de quebra de peso vivo por trajeto, incidentes de bem-estar, aderência a horário de chegada. Esses dados vêm do próprio sistema de recepção do frigorífico, cruzados com dados da balança e inspeção inicial.

Transportadoras boas não temem essa medição — muitas, inclusive, pedem. Transportadoras ruins costumam evitar a conversa, e eventualmente desaparecem quando o frigorífico passa a selecionar com critério objetivo.

Parceria em rota longa

Em trajetos longos, um desdobramento prático é compartilhar dado com transportadora em tempo real. Sensor de veículo, parada programada, condição do percurso. Essa integração, ainda incipiente no setor, começa a aparecer em operações mais técnicas, e é tendência que tende a consolidar.

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